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| Saturday, 29-Jan-2005 00:00 |
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O Principezinho - pelo grupo amador - Sol d'alma
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O Principezinho, de Antoine de Saint Exupery, um livro que năo deixa indiferente quem o lę.
"Só se vę bem com o coraçăo. O essencial é invisível para os olhos"
Porque os adultos săo muito complicados e se esquecem com frequęncia do que é realmente importante. Porque só se preocupam em possuir as coisas e năo em compreende-las. Porque já năo tęm tempo para criar laços e passam a vida a correr de um lado para o outro sem tempo para fazer nada...
Para ti, que também és um Principezinho, que passa a vida a fazer perguntas, fica a mensagem que deves procurar nunca esquecer:
- É que tornas-te responsável, para todo o sempre, pelas coisas que cativas.
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| Sunday, 23-Jan-2005 00:00 |
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22 e 23 chegou e Cumpriu-se a promessa, finalmente!
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Casa Juvenil de S. Joăo Bosco - Contumil
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Na Quinta do Carvalhal - Palco da Caçada
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Ambiente rural em pleno Porto
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Hoje o relatório é mesmo na primeira pessoa e năo segundo a perspectiva do lobitinho.
Este fim-de-semana foi mais que nunca e também nosso em pleno direito, já que o esperávamos há mais de um ano, pelo menos nós, os "associados do costume", que também já vestimos a divisa de estar Sempre Alerta da Melhor Vontade.
Tardou, mas valeu a pena!
Recuar no tempo e colocar um lenço amarelo ao pescoço, ser comandado por um guia de 8 anos e sentir na pele e nos nervos, as dificuldades que eles sentem, a sede de competiçăo, ŕs vezes excessivamente emotiva é um facto, mas faz parte.
Entre Jogos e Pistas, tachos e talheres, humor e muita animaçăo, o fim chegou depressa e soube a pouco . Mas fica para a posteridade, este fim de semana, pelo menos como uma boa recordaçăo na memória de todos.
O grande problema resultante deste 1ş Acantonamento de Pais e Filhos da Alcateia do XVII Sé, é que prevejo um futuro de pedidos para repetir e repetir... e trazer mais pais para a próxima, porque os que cá estiveram, gostaram muito e os lobitos que năo tiveram cá os pais ficaram com pena.
O nosso Bando, Bando do Gato Malhado era composto pela Joana, o Joăozinho, a Catarina, a Rute e a Fátima (măe do Bruno) e eu.
A actividade esteve muito bem organizada e disso tem culpa a Chefia e Equipa de Animaçăo da 1Ş secçăo, que já nos habituaram a grandes feitos sempre que organizam as caçadas. Parabéns para eles porque merecem mesmo.
Agora resta esperar pelo próximo, que já está prometido.
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| Saturday, 1-Jan-2005 00:00 |
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Leonardo on Stage - and the Oscar goes to...
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Dezembro 2003 - Leo & Leo
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Janeiro 2004 - Zoo em Lisboa
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Fevereiro 2004 - Aladino e a Lâmpada Mágica
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De Natal a Natal o 2004 em Revisăo
Leonardo no seu Lado Solar ou no seu Lado Lunar
... mas Sempre em sintonia com a câmara
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| Friday, 31-Dec-2004 00:00 |
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FELIZ ANO NOVO MUNDO
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Quando for meia noite chama-me...
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Happy New Year
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| Thursday, 30-Dec-2004 00:00 |
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Do Natal ao Fim do Ano
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Até que o Pai Natal foi mesmo um tipo porreirinho e eu um "puto cheio de sorte"...
As Férias foram merecidas e bem passadas. Depois do "bacalhau com todos" e das rabanadas e afins com a família veio o relax em Moledo.
Bem queria ter voltado ŕ Serra D'Arga, fartei-me de reclamar essa caminhada... mas ninguém me deu ouvidos... elas, măe e tia, alegavam o já muito frio que estava mesmo dentro de casa quanto mais na Serra... e era um facto, já que até de luvas e gorro eu dormia... era um facto que dois metros longe da lareira era o máximo que conseguiamos estar sem casaco, gorro e luvas.
Assim sendo as únicas caminhadas possíveis foram ŕ praia, na hora em que o Sol abundava, lá desciamos a aldeia e depois de tomar algo quente e consistente na esplanada das ruínas, para repor a temperatura do corpo... entăo caminhavamos pela areia em busca de buzios e conchinhas
Também tivemos um dia inteirinho de chuva e aí năo houve caminhada pra ninguém, quer dizer, pensando bem até houve... os Tios foram lá visitar-nos e pagaram-nos um almoço em Caminha... portanto houve Caminhada
Mas o melhor é ver mesmo as imagens, porque depois destas só pro Ano é que há mais
A contagem decrescente já se fez sentir e dia 31 lá estaremos de novo em família e com amigos para entrarmos unidos em 2005.
Lembrem-se: O que engorda năo é o que comemos entre o Natal e o Fim de Ano, mas sim o que comemos entre o Fim de Ano e o Natal!
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| Thursday, 23-Dec-2004 00:00 |
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O Natal das origens ŕ Tradiçăo
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Oh! Oh! Oh! Feliz Natal
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A minha ŕrvore de Natal
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O Natal que tradicionalmente festejamos, tem a sua origem nos antigos festivais agricolas, das religiőes pré-cristăs.
"Na verdade a Celebraçăo do Natal antecede o cristianismo em cerca de 2000 anos. Tudo começou com um antigo festival mesopotâmico que simbolizava a passagem de um ano para outro, o Zagmuk. Um ritual semelhante era realizado pelos persas e babilónios. A Mesopotâmia inspirou a cultura de muitos povos, como os gregos. Mais tarde, através da Grécia, o costume alcançou os romanos, sendo absorvido pela cerimónia chamada Saturnalia (em homenagem a Saturno). A festa começava no dia 17 de Dezembro e ia até o 1ş de Janeiro, comemorando o solstício do inverno que é a noite mais longa do ano, marcando a época em que os dias começam a crescer, e as horas de escuridăo a diminuir. É o festival do renascimento do sol e o tempo de glorificar o Deus. Os antigos povos agrícolas dizem adeus ŕ Grande Măe (a Natureza) e bendizem o Deus (o Sol) renascido que governa a "metade escura do ano". O dia 25 era data em que o sol se encontrava mais fraco, porém pronto para recomeçar a crescer e a trazer vida as coisas da Terra
Durante a data, que acabou conhecida como o Dia do Nascimento do Sol Invicto, as escolas eram fechadas e ninguém trabalhava, eram realizadas festas nas ruas, grandes jantares eram oferecidos aos amigos e árvores verdes ornamentadas com galhos de loureiros e iluminadas por muitas velas enfeitavam as salas para espantar os maus espíritos da escuridăo. Os mesmos objectos eram usados para se presentearem uns aos outros. Apenas após a cristianizaçăo do Império Romano, o 25 de Dezembro passou a ser a celebraçăo do nascimento de Cristo. Originalmente a Igreja năo celebrava o nascimento de Jesus. O costume de celebrar o nascimento de Jesus no dia 25 de Dezembro foi-se difundindo em todo o Oriente e resulta como dado adquirido no início de século IV."
A Arvore de Natal
Dos costumes das culturas pagăs, decorar uma árvore durante o período do Natal é a tradiçăo mais viva que restou de Yule (Festival do Solsticio de Inverno), pelo que tradicionalmente a ŕrvore era enfeitada nessa data do festival de Inverno. Provavelmente originária dos povos germânicos (celtas), poucas pessoas conhecem os reais motivos de tal decoraçăo. Os povos germânicos decoravam um pinheiro (ŕs vezes um carvalho) ou simplesmente erguiam um mastro para representar o Deus. Tal Deus seria o princípio masculino que ao ser fincado na terra (a Deusa), representaria a uniăo perfeita de duas polaridades. Por achar de natureza fálica, a Igreja tentou proibir essa prática, mas năo obteve muito sucesso. A soluçăo foi dar uma explicaçăo cristă para cada prática ritualista pagă desta época do ano. Contudo, ainda hoje continuamos a năo saber como realmente erguer uma árvore de Natal.
Primeiramente, é preciso escolher e consagrar uma árvore. Ao terminar de escolher o local onde vai colocar a ŕrvore deixe uma vareta de incenso queimando perto dela, para retirar as energias antagónicas.
Espalhe os enfeites e mentalize que tudo que năo é bom seja repelido, enquanto vocę pendura cada uma das bolas. A cor e o número fica de acordo com a sua preferęncia. Procure escolher um número ímpar de bolas, pois eram os preferidos dos celtas.
Para um boa colheita os celtas penduravam frutas comuns ( maçăs, por exemplo ), frutas natalinas (noz, avelă, etc) e pequenas frutinhas redondas.
Enquanto vocę as está pendurando imagine que nunca faltará o alimento em sua casa.
Para aumentar o seu poder e a sua força pendure bolotas de algumas árvores, como por exemplo bolotas de carvalho ou pinhas.
Mentalize a comunhăo e a uniăo de sua família.
Tudo o que deseja para o novo ciclo de vida que se inicia.
E porque neste festival se festeja o solstício de inverno, ou seja o momento em que o sol está em seu declínio total ao sul. Isto significa que o sol passa por seu momento de menor intensidade, deixando-nos com a noite mais fria do ano. Mas esse mesmo Sol irá renascer e por isso se festeja a sua vinda, um novo ciclo de vida. A Criança Pormetida. Por isso, também é um festival de muita luz, daí a tradiçăo de acender muitas velas, de acender fogueiras, achas de Natal, actualmente usam-se, nas nossas ŕrvores, as luzes artificiais.
Mesmo sendo artificiais, essas lâmpadas iluminarăo a sua casa num momento de céu escuro.
Para finalizar a sua árvore, coloque ao alto um símbolo que resuma a sua crença, a sua magia e tudo aquilo que possa representar o seu lar. Uma opçăo seria colocar uma estrela de cinco pontas, um anjo, ou a representaçăo de um cristal de neve.
Agora é só acender as luzinhas e sentir a energia da Magia da ŕrvore penetrando na sua casa e enchendo-a de paz, harmonia, felicidade, e principalmente de muita luz.
Mistérios Antigos - Celtas e Druidas
Este ano a temática da Nossa Ŕrvore de Natal é uma homenagem ŕ Família e aos Amigos.
As estrelas vermelhas, símbolo de Amor, representam os nossos desejos para todos. Cada estrela tem um desejo escrito. As estrelinhas amarelas, símbolo da riqueza e prosperidade, tęm o nome de cada um escrito. Que as muitas luzinhas iluminem os Vossos sonhos e acendam a chama da Alegria em Vossas vidas
Feliz Natal
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| Monday, 20-Dec-2004 00:00 |
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Catequese, Escuteiros, Colégio, Piano - todos me deram férias...
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Sala de Informatica
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O Gui na aula de Informatica
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"Gato que brincas na rua, como se fosse na cama (...)"
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O Primeiro Período chegou ao fim. Estou de férias de todas as actividades.
E enquanto aproveito estes derradeiros dias do ano para fazer um balanço e tirar algumas conclusőes , deixo ficar por aqui alguns registos fotográficos. Fotos do colégio e da nossa Festa de Natal no Seminário de Vilar, a saída da missa no último domingo, etc...
Digamos que enquanto vocęs văo ficando a apreciar as imagens eu vou preparando uma retrospectiva do ano 2004.
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| Friday, 17-Dec-2004 00:00 |
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Último dia de aulas, há Festa na Escola
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As aulas chegam ao fim, o dia é de Festa, vem aí as férias de Natal.
Agitaçăo pr'aqui,
últimos retoques pr'ali...
e a criançada agitada,
mas será que năo falta nada??...
Festa, Festa...
numa numa hey....
numa numa hey...
Bem, mas lá começou a festa e diga-se em boa verdade, sem grandes atrasos e sem grandes precalços...
Apesar de tanta excitaçăo e nervosismo estivemos ŕ altura e como sempre, na hora certa fizemos na perfeiçăo o nosso papel.
Parabéns aos "Moranguinhos" que protagonizaram um dos mais bonitos quadros desta festa.
E vamos ŕs fotos...
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| Sunday, 12-Dec-2004 00:00 |
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Procurem primeiro saber Quem Sou para depois saber Como Sou!
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Que é isto? bando preto, branco, castanho e cinzento!!??
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Distribuidas as tarefas....
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Leonardo vai limpar e alimentar os caracois
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Um męs depois...
As aventuras săo tantas e em tantas frentes de ataque simultaneamente que nem dá tempo de documentar tudo devidamente.
Acabaram-se as "festas de pijama", caracteristicas do tempo de férias e iniciou-se uma nova modalidade, o "almoço com tarefa", aos sábados das 12h ŕs 16h. Ou seja, entre a catequese e os escuteiros.
Ŕ primeira vista mais parece uma sub-secçăo da Primeira Secçăo do XVII Sé, já que todos os bandos se fazem representar.
Mas năo, săo eles, os "4 magníficos", até parecem uma réplica em miniatura das Celebridades da Quinta. Afinal,săo 3 rapazes e uma rapariga e até a câmara está sempre atenta ao que fazem.
Só que desta vez, garanto, foi por uma boa causa que a máquina andou sempre a "espiar".
E???... E???...
E desengane-se quem acha que é grande a barafunda, já que o grupinho reune 4 dos "melhores anjinhos" do Clă.
Só que quando eles querem... até sabem demonstrar que afinal năo é em văo que se aposta neles e que acima de tudo, merecem o voto de confiança.
As imagens falam por si mesmas e testemunham que de facto, tudo decorre conforme planeado no nosso "breafing" inicial.
Foi de tal forma exemplar o comportamento hoje, que dá vontade de encerrar o documentário citando Clarisse Lispector.
"Renda-se como eu me rendi, mergulhe no que vocę năo conhece, como eu mergulhei...
Năo se preocupe em entender... Viver ultrapassa todo o entendimento.
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| Friday, 12-Nov-2004 00:00 |
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Em "Dia de S. Martinho" castanhas e sumo
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A lenda do Verăo de S. Martinho
Martinho era um soldado romano, que certo dia de muita chuva e tempestade, cruzou com um velho mendigo mal agasalhado, com roupas velhas e rotas. Martinho puxou da sua espada e cortando ao meio a sua capa deu metade ao velho mendigo para que se abrigasse do frio e da chuva. Agradando aos Deuses o acto de Martinho, logo a chuva parou nesse momento, de repente, as nuvens e o mau tempo desapareceram. Parecia que era Verăo!
Foi como uma recompensa de Deus a Martinho por ele ter sido bom.
É por isso que todos os anos, nesta altura do ano, mesmo sendo Outono, durante alguns dias o tempo fica melhor e mais quente: é o Verăo de Săo Martinho.
E como manda a tradiçăo, é tempo de fazer Magustos, comer castanhas em animado convívio. Como năo podia deixar de ser, foi também Magusto no colégio e na escola.
Houve muita castanha, sumos, alegria e até um pouco de excitaçăo a mais, que nestas alturas de festa é sempre mais difícil controlar as emoçőes e lá vem o disparate...
Como năo foi possível registar em fotografia o Magusto da escola, ficam algumas fotos do Magusto do colégio, para testemunho da quadra festiva. Afinal, quase todos os meus colegas de escola săo também meus amigos no colégio. E nestas ocasiőes, meninos da manhă e da tarde estăo todos juntos e entăo encontramos também os amigos que só vemos raramente e a brincadeira torna-se ainda mais emotiva.
Assim aconteceu este ano com a Ivete, que eu já năo via há algum tempo, partilhei com ela as coisas que me saíram nas rifas que comprei, brinquedos e doces, brincamos juntos para matar saudades e eu achei que ela estava um bocadinho triste por isso fui comprar pipocas para nós os dois. Tentei saber porque ela já năo vai aos escuteiros, mas acho que ela também năo sabe muito bem...
Na escola, foi semana de avaliaçőes. Em Língua Portuguesa e Matemática até que me saí bem, mas a Estudo do Meio... bem, espalhei-me por completo, năo sei bem porquę, já que nas revisőes respondi a tudo certo e muito bem, mas talvez o clima de Magusto me tenha perturbado a atençăo e responsabilidade... vai custar-me um fim-de-semana a trabalhar, esse deslize...
Que venha de lá a tradiçăo
Dia 11 de Novembro
Č o dia de Săo Martinho
Come-se a Castanha assada
E mais o caldo verdinho
É a 11 de Novembro
O nosso grande magusto
No lume estoura a castanha
Mas ninguém apanha susto
Č dia de Săo Martinho
É a festa da castanha
Em vez de chuva há sol
É outono, ninguém estranha
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